<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2694509314038251026</id><updated>2012-01-15T13:13:06.021-08:00</updated><title type='text'>Veja só:</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ouseja.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2694509314038251026/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ouseja.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Renata Menezes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02658833865938399708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-AVKlgMGs-4g/TwnjA_7TufI/AAAAAAAABDo/r-rykrj8c0w/s220/04012012423999%2B-%2BC%25C3%25B3pia.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2694509314038251026.post-2160692012237089473</id><published>2011-09-20T17:00:00.001-07:00</published><updated>2011-09-20T17:02:10.854-07:00</updated><title type='text'>Budapeste</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;“Aumentei o volume, mas a locução era em húngaro, única língua do mundo que, segundo as más línguas, o diabo respeita.”&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;“Quando se abriu um buraco nas nuvens, me pareceu que sobrevoávamos Budapeste, cortada por um rio, O Danúbio, pensei, era o Danúbio mas não era azul, era amarelo, a cidade toda era amarela, os telhados, o asfalto, os parques, engraçado isso, uma cidade amarela, eu pensava que Budapeste fosse cinzenta, mas Budapeste era amarela.”&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;Budapeste foi o terceiro romance escrito por Chico Buarque, narrado em primeira pessoa pelo próprio protagonista, o ghost-writer José Costa, que nos conta os fatos que se sucedem em sua vida desde quando foi parar em Budapeste, devido a uma escala imprevista durante sua viagem de volta ao Rio de Janeiro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;José é casado com uma telejornalista, Vanda, com quem tem uma relação distante, e trabalha em uma empresa que foi aberta por ele em sociedade com um amigo da faculdade, onde seu trabalho é escrever textos que serão assinados por outras pessoas, por isso ele se mantém um escritor anônimo. A ida inesperada a Budapeste ocorre exatamente quando ele está voltando de um encontro anual de escritores anônimos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dentre seus escritos anônimos, está um livro encomendado por um alemão, intitulado “O Ginógrafo”, um relato “auto-biográfico” que tem início no momento em que o alemão chegou à Baía de Guanabara, onde perdeu todos os pêlos e começou a escrever um livro na pele de mulheres, sendo a primeira Teresa, que o abandonou. O livro, depois de pronto, foi considerado “absolutamente admirável”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Após escrever o livro para o alemão, José, enquanto passeia pela cidade, decide comprar passagens para voltar a Budapeste para si e para sua esposa, que se recusa a acompanhá-lo e segue viagem para Londres. É nessa viagem para Budapeste que o protagonista conhece Kriska, que o ajuda a aprender o idioma húngaro e com quem acaba vivendo um romance.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No livro são narradas histórias que renderiam outros três ou quatro. A história de um homem que se aventura em uma paixão com sua professora de húngaro, a história de um homem que se sente ofuscado diante do sucesso de sua esposa, a história de um homem que se dá ao trabalho de sentir na pele as sensações que pertencem a terceiros e ainda as coloca no papel ou, ainda, a história do alemão que escrevia um livro na pele de suas amantes. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Budapeste poderia ser um livro comum, desses que são indicados a estudantes do ensino fundamental, mas Chico Buarque nos fez o favor de enriquecê-lo com tantas histórias contidas em um só livro pequeno, que tem menos de 200 páginas, sem precisar dividi-las em pequenos contos. A escrita de Chico Buarque, sem a separação entre diálogos e parágrafos, facilita o fluxo de leitura. Além disso, a sequência dos fatos não confundem o leitor, o que pode ocorrer ao ler “Estorvo” ou “Leite Derramado”, outros romances de autoria do autor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou seja, “Budapeste” é um ótimo livro, que, apesar de não ter sido escrito em húngaro, merece ser respeitado até pelo diabo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2694509314038251026-2160692012237089473?l=ouseja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ouseja.blogspot.com/feeds/2160692012237089473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ouseja.blogspot.com/2011/09/budapeste.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2694509314038251026/posts/default/2160692012237089473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2694509314038251026/posts/default/2160692012237089473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ouseja.blogspot.com/2011/09/budapeste.html' title='Budapeste'/><author><name>Renata Menezes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02658833865938399708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-AVKlgMGs-4g/TwnjA_7TufI/AAAAAAAABDo/r-rykrj8c0w/s220/04012012423999%2B-%2BC%25C3%25B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2694509314038251026.post-79824078854387277</id><published>2011-09-18T13:03:00.000-07:00</published><updated>2011-09-18T14:12:41.491-07:00</updated><title type='text'>Ensaio Sobre a Cegueira</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Obra escrita pelo respeitado escritor português José Saramago e ganhadora do Nobel de Literatura do ano de 1998, foi publicada no ano de 1995 e adaptada para o cinema em 2008. O ensaio narra o drama de pessoas que são afetadas inesperadamente por uma “cegueira branca”, contagiosa e inexplicável até mesmo para os cientistas. Em virtude disso, os infectados são isolados pelo governo em um manicômio abandonado, com o intuito de evitar novos contágios. No local, eles lutam pela sobrevivência como animais, travando guerras pelos alimentos que são enviados, passando a agir muito mais por instinto do que pela razão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Dividido em capítulos sem título, que marcam a mudança de cenário, carrega consigo a grande particularidade da escrita de Saramago, que é a reorganização das normas gramaticais quanto ao uso da pontuação, o que facilita a leitura, pois aproxima a escrita da fala oral e, ao mesmo tempo, confunde o leitor com seus parágrafos que chegam a ter o tamanho de um capítulo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O livro de Saramago é tido por muitos como impiedoso e tal ocorre porque durante toda a narração é possível sentir a agonia das pessoas que estão no "ostracismo" e passam a viver em condições sub-humanas, em meio a seus próprios excrementos.  É percebida a construção de uma nova sociedade, formada majoritariamente por cegos, com leis e divisão social próprias, onde é deixada de lado a individualidade - as pessoas sequer tem um nome, são conhecidas apenas por suas características principais, como “Rapariga de Óculos Escuros”, ou “Mulher do Médico”. Além disso, o autor expõe indiretamente as características de nossa própria sociedade, tão criticada por ele, como a competição, a inveja, o egoísmo e a traição. Por isso mesmo, quando foi questionado sobre a brutalidade de seu livro, Saramago respondeu com outra pergunta: vocês não conseguem ler este livro, mas conseguem viver neste mundo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Ou seja, a brutalidade do livro não é nada quando comparada à brutalidade do nosso próprio cotidiano. Se você vive neste planeta, não é tão difícil acompanhar o drama vivido pelos personagens do livro. A leitura de José Saramago deveria ser um imperativo a todos, não apenas por ser um ganhador de um Nobel, mas porque ele faz questão de expor as grandes mazelas de nossa sociedade, ainda que com uma carga de ironia. Recomendo a todos os terráqueos, sem restrições, que reservem um tempo de suas férias para a leitura de “Ensaio Sobre a Cegueira”, já que é necessário ter tempo e paciência para acompanhar o estilo de escrita de Saramago e interpretar a mensagem que ele quer nos passar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2694509314038251026-79824078854387277?l=ouseja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ouseja.blogspot.com/feeds/79824078854387277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ouseja.blogspot.com/2011/09/ensaio-sobre-cegueira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2694509314038251026/posts/default/79824078854387277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2694509314038251026/posts/default/79824078854387277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ouseja.blogspot.com/2011/09/ensaio-sobre-cegueira.html' title='Ensaio Sobre a Cegueira'/><author><name>Renata Menezes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02658833865938399708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-AVKlgMGs-4g/TwnjA_7TufI/AAAAAAAABDo/r-rykrj8c0w/s220/04012012423999%2B-%2BC%25C3%25B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2694509314038251026.post-2603436038713200081</id><published>2011-09-10T18:15:00.000-07:00</published><updated>2011-09-13T15:56:44.741-07:00</updated><title type='text'>O Barão nas Árvores</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Passou anos e anos na floresta&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Andou léguas e léguas sobre as folhas&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Construiu sua casa feito ninho&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Beijou sua mulher perto das nuvens&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Um concreto bordado nas alturas&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Com manobras de amor no precipício"&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Sobre as Árvores - Cordel do Fogo Encantado)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;"A mesa era o lugar em que vinham à luz todos os antagonismos, as incompatibilidades entre nós e também todas as loucuras e hipocrisias; e por que justamente à mesa se determinasse a rebelião de Cosme. Por isso entro em detalhes no relato, pois de mesas postas não ouviremos mais na vida de meu irmão, isso é certo."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;"O Barão nas Árvores" foi o segundo livro da trilogia "Os Nossos Antepassados" a ser publicado. As obras não formam uma sequência lógica, foram classificados como uma trilogia pelo próprio autor, que disse que eles mostram o processo de formação do homem moderno - alienado, dividido e incompleto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;O romance é narrado por Bágio, irmão do protagonista, que nos conta a vida de Cosme, uma criança rebelde que está sempre discordando das regras impostas pelos seus pais: o Barão de Rondó, homem obcecado pelo título de duque, e a Generala Corradina, que almejava uma carreira militar para seus filhos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;A história tem início no momento quando Cosme, aos 12 anos, recusa-se a comer os escargots e é expulso da mesa pela sua teimosia. O menino corre para o jardim, onde sobe em um Carvalho e diz que jamais descerá das árvores. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Até então, tudo parece apenas um capricho infantil e todos duvidam de sua capacidade de se manter ali por muito tempo, mas a situação se torna preocupante depois de alguns dias. Cosme estava decidido a não deixar o topo das árvores e aprendeu a sobreviver, conseguindo todos os elementos essenciais sem precisar tocar os pés em terra firme, desde alimentação até vestimentas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de viver de modo não-convencional, jamais esteve completamente isolado da sociedade, pulando de galho em galho ele acompanhava toda a movimentação da região de Penúmbria, interagindo com as pessoas que por ele passavam e, assim, fazendo amigos e inimigos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;A história de Ítalo Calvino parece ser apenas uma fábula infanto-juvenil, principalmente quando é apresentado apenas um resumo como esse acima, mas vai muito além da rebeldia de um pré-adolescente que resolve fugir de casa por estar descontente com os pais. O livro mostra as dificuldades enfrentadas por Cosme no processo de adaptação ao meio em que passou a viver e as transformações que ele sofreu, desde as físicas até as psíquicas. Cosme é obrigado a enfrentar situações adversas, como a chuva, em condições que quase impossibilitam sua sobrevivência e a presença de elementos que colocam em risco sua vida, como animais selvagens, além de conhecer a realidade das relações humanas, como a deslealdade, a infidelidade, o banditismo e o falso julgamento. Mas nem só de momentos ruins é feita a narrativa, foi em cima das árvores que ele aprendeu, também, sobre a amizade e o amor, com todas as parcerias que ele firmou durante a vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ou seja&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, como o livro é pequeno, a leitura é simples e a história é interessantíssima, recomendo a leitura aos que querem aproveitar os poucos momentos vagos com a literatura sem precisar passar meses com o mesmo livro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2694509314038251026-2603436038713200081?l=ouseja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ouseja.blogspot.com/feeds/2603436038713200081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ouseja.blogspot.com/2011/09/o-barao-nas-arvores.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2694509314038251026/posts/default/2603436038713200081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2694509314038251026/posts/default/2603436038713200081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ouseja.blogspot.com/2011/09/o-barao-nas-arvores.html' title='O Barão nas Árvores'/><author><name>Renata Menezes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02658833865938399708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-AVKlgMGs-4g/TwnjA_7TufI/AAAAAAAABDo/r-rykrj8c0w/s220/04012012423999%2B-%2BC%25C3%25B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2694509314038251026.post-7121724687027148698</id><published>2011-09-10T16:47:00.001-07:00</published><updated>2011-09-10T16:51:00.016-07:00</updated><title type='text'>Blogspot, aqui me tens de regresso</title><content type='html'>Na minha desbiografia, contam-se quatro ou cinco blogs que acabaram sendo abandonados, cada um com uma temática diferente e, ao mesmo tempo, todos iguais. Hoje, como graduanda em Jornalismo, lancei um desafio a mim mesma: o de atualizar este novo blog pelo menos uma vez na semana (para iniciar) e, em algum momento, passar a atualizá-lo todos os dias.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Provavelmente, não conseguirei, mas desafios são lançados para serem quebrados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Renata.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2694509314038251026-7121724687027148698?l=ouseja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ouseja.blogspot.com/feeds/7121724687027148698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ouseja.blogspot.com/2011/09/blogspot-aqui-me-tens-de-regresso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2694509314038251026/posts/default/7121724687027148698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2694509314038251026/posts/default/7121724687027148698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ouseja.blogspot.com/2011/09/blogspot-aqui-me-tens-de-regresso.html' title='Blogspot, aqui me tens de regresso'/><author><name>Renata Menezes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02658833865938399708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-AVKlgMGs-4g/TwnjA_7TufI/AAAAAAAABDo/r-rykrj8c0w/s220/04012012423999%2B-%2BC%25C3%25B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
